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Pérolas do Theo: rir também faz parte da nossa história. E por isso Theo Vive!

A história do Theo também é feita das frases que atravessam a casa, mudam o sentido de uma conversa e fazem todo mundo rir.

Fotografia do capítulo Pérolas do Theo: rir também faz parte da nossa história. E por isso Theo Vive!

Durante muito tempo, o Theo Vive registrou diagnósticos, UTIs, diálises, transplante, medo e superação. Mas uma vida inteira não é feita apenas das batalhas. Ela também é feita das frases que atravessam a casa e fazem todo mundo rir.

Em 22 de dezembro de 2024, ficou registrado este diálogo.

Papai: “O papai dormiu com o Theo.”

Papai: “Foi gostoso, né?”

Theo: “Eu fui gostoso.”

Uma resposta curta, objetiva e capaz de mudar completamente o sentido da conversa.

Em 25 de junho de 2025, duas expressões apareceram lado a lado: “Vou mandar um Ricardo pro papai” — recado — e “Vamos comer um Roger Dog” — hot dog. O Theo não apenas troca palavras; ele cria um elenco inteiro para cada situação.

Se fosse preciso escolher cinco campeãs dessa coleção, seriam “Alguma batata”, “Coiote e papaguelas”, “Blobo Moral”, “Eu fui gostoso” e “não… se eu segurar vai sujar minha mão!”. Menções honrosas para “Hoje é dia 27.000 de janeiro” e “O que simininifica isso?”.

Elas representam bem os três talentos do Theo: transformar sons, reorganizar a lógica e responder com uma sinceridade desconcertante.

Rir não diminui nada do que vivemos. Rir mostra que, apesar de tudo, a vida continuou ocupando espaço. Entre uma preocupação e outra, entre consultas e conquistas, Theo seguiu fazendo aquilo que sempre fez: enchendo a nossa história de vida.

Por isso, estas pérolas também pertencem a este arquivo. Elas contam quem o Theo é depois do impossível: uma criança que cresceu, inventou seu próprio idioma e nos lembrou que rir também faz parte da nossa história. E por isso Theo Vive!